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Resistir, desistir ou fluir. Quando a resistência vira autossabotagem?

  • Foto do escritor: Aline Arantes
    Aline Arantes
  • 16 de jan.
  • 1 min de leitura

Outro dia refletia sobre como a resistência pode atrapalhar o fluxo da nossa vida e boicotar desfechos que seriam benéficos pra gente ou para o nosso crescimento.


Mas o que, afinal, gera tanta resistência?


Pensamentos que estão dissonantes das nossas emoções e/ou sensações: o corpo nos diz uma coisa, a mente outra e as emoções uma terceira, muitas vezes.


A maneira como fomos criados ou aprendemos a fazer algo: que talvez hoje não faça mais sentido.


Mecanismos e esquemas mentais e de ação: que podiam servir há algum tempo atrás e agora precisam ser modificados.


À medida que vamos nos autoconhecendo, nos dando a oportunidade de pausar, silenciar e observar antes de agir, se possível, com mais distância e desapego das situações, as mudanças necessárias vão ficando mais claras e entramos em um outro ritmo e nível de energia. 


Dessa forma, fica mais fácil se render ao movimento natural da vida, sem tentar controlar tanto as coisas.


Além disso, ficamos mais sensíveis aos sinais e mais entregues a um “fluxo ou guiança maior”, sem nos perdermos de nós mesmos, pelo contrário, talvez essa seja a vontade verdadeira e genuína da nossa alma.


Te convido a fazer um momento de pausa: observe o céu, o sol ou a chuva por alguns minutos, cheire ou toque uma flor; acaricie o seu pet sem pressa, ouça uma música que você goste com atenção.


Poucos minutos de pausa consciente podem fazer a diferença no seu dia. Prova e depois me conta como foi! :)


 
 
 

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